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A importância da interação real na aprendizagem digital

  • 5 min para ler

Quando se trata de interação e colaboração, a maioria pensa em treinamento presencial. No entanto, também é preciso pensar no digital. Já está comprovado que a colaboração melhora os resultados da aprendizagem

A colaboração é essencial para o desenvolvimento de habilidades complexas, mas, quando falamos em aprendizagem colaborativa, em que você pensa? Nas fervilhantes salas de treinamento do passado, cheias de alunos entusiasmados, prontos para trabalhar juntos no próximo exercício de construção de equipes? Experiências de treinamento como essa hoje parecem uma lembrança distante em vista da pandemia e do estilo de vida remoto que ela nos obrigou a adotar. Então, como fazer para recriar esse ambiente colaborativo na aprendizagem digital, em um ambiente virtual e permitir que nossos colaboradores aprendam habilidades complexas e cruciais para nossas empresas? A resposta está na aprendizagem programática.

Hoje, a aprendizagem programática (também conhecida como aprendizagem baseada em programas) é usada para desenvolver novos conhecimentos e especialidades ao longo do tempo com o uso da tecnologia. Ao apresentar aos alunos a uma gama vasta e profunda de informações, em conjunto com suas aplicações na vida real, eles se tornam capazes de enfrentar desafios organizacionais mais complexos. Nesta segunda parte de nossa série de postagens sobre aprendizagem programática no blog, vamos abordar os benefícios da aprendizagem colaborativa e como ela vai ajudar sua equipe a desenvolver as habilidades complexas necessárias para superar a futura crise de lacunas de habilidades.

O futuro do local de trabalho

Existes vários relatos do impacto da covid-19 em empresas e em profissionais. Com a chegada da pandemia, muitas profissionais precisaram deixar suas mesas e adotar o trabalho remoto. Ninguém poderia prever que, um ano depois, ainda estaríamos aqui. Temos que aceitar que, hoje, o trabalho remoto é uma realidade, e que nossos colaboradores já trocaram as mesas improvisadas e as cadeiras da sala de jantar por algo mais estável e confortável. E as áreas de A&D e RH fizeram a mesma transição?

A pandemia colocou muitas iniciativas de aprendizagem “em espera”, quando se achava que estaríamos de volta ao velho normal do trabalho em poucos meses. Quando percebemos que a recuperação da crise demoraria um mais do que o esperado, muitas empresas simplesmente pegaram os programas de treinamento e os ministraram por meio de plataformas de videoconferência online. Esse tipo de intervenção de aprendizagem não costuma ser eficaz. Ao fazer isso, estamos permitindo que nossos colaboradores ouçam o conteúdo passivamente, sem qualquer garantia de retenção de conhecimento a longo prazo.

Embora a pandemia tenha acelerado a mudança nos estilos de trabalho, a evolução do local de trabalho já se divisava no horizonte há muitos anos, e vai continuar presente depois que dissermos adeus à covid-19. Na verdade, 57% da força de trabalho deseja manter algum nível de trabalho remoto após o fim da pandemia. E equipes espalhadas por diversos locais não são um fenômeno novo. Grandes empresas já operam com escritórios em todo o mundo há anos e, com a disponibilidade imediata proporcionada pela tecnologia, é provável que esse fenômeno também continue a crescer.

As novas formas de trabalho alimentam a necessidade de fazer transição do treinamento presencial para o aprendizado online. Isso, porém, traz um novo conjunto de desafios. Como fazer para criar coesão em equipes remotas? Como criar uma cultura de ensino que ofereça apoio e incentive o desenvolvimento de habilidades complexas? Como estimular que nossos colaboradores abracem da aprendizagem continuada, mesmo trabalhando de casa? A chave para isso é a colaboração virtual. 

Por que a colaboração virtual é tão importante?

O mundo está enfrentando uma crise de habilidades global. De acordo com um relatório do Learning & Work Institute (Instituto de Aprendizagem e Trabalho), o déficit de habilidades do Reino Unido custará ao país a exorbitante quantia de 120 bilhões de libras até 2030. Portanto, os líderes empresariais estão começando a perceber que recapacitar a força de trabalho é uma grande prioridade. Juntamente com a qualificação para o nosso futuro digital, precisamos ensinar habilidades profundamente humanas e nossos colaboradores para garantir que estejamos preparados para a crise de lacunas de competências que se aproxima. E a colaboração na aprendizagem é, comprovadamente, uma forma eficaz de treinar as habilidades complexas de que nossos colaboradores precisam.

Embora a recapacitação e o aprimoramento das habilidades da sua força de trabalho contribuam para a construção da resiliência de sua empresa contra a crise de lacunas de habilidades, é improvável que as pessoas que possuem as habilidades de que você precisa agora estejam todas na cidade em que sua empresa opera. Na verdade, essas pessoas podem nem estar no mesmo país. Em 2021 e nos anos que virão, esse fato não pode mais ser um obstáculo para a inserção das habilidades certas em sua empresa. Em vez disso, você precisa capacitar seu pessoal para colaborar além de fronteiras nacionais e trabalhar de forma eficaz, independente da localização.

A melhor parte é que, ao incentivar seus funcionários a colaborar com pares e colegas de todo o mundo, você não está apenas melhorando a eficiência dos negócios por meio da colaboração, também está ensinando ao seu pessoal a colaboração enquanto habilidade. E também está ensinando o trabalho em equipe, hoje considerado a segunda habilidade mais importante para superar a crise de lacuna de habilidades que se aproxima.

Encorajando a colaboração em equipes baseadas em locais diferentes

Não importa a razão dos membros da equipe estarem em lugares diferentes, seja porque sua empresa opera em vários países ou porque seus funcionários estão em trabalho remoto por tempo indeterminado, o que importa é aumentar a colaboração entre eles.

A interação de verdade é crucial para uma aprendizagem programática bem-sucedida. A aprendizagem programática é uma intervenção de aprendizagem detalhada e multidisciplinar que se abrange diversos meses, em vez de alguns minutos. Embora não seja um conceito novo, a aprendizagem programática ganhou enorme destaque nos últimos anos, pois desafios complexos, como a transformação digital, não podem ser enfrentados com uma intervenções de aprendizagem independentes.

Já esta comprovado que as pessoas aprendem melhor quando aprendem juntas. Somos seres sociais, e os alunos se saem muito melhor quando aprendem junto com seus pares. Apesar da pandemia e da globalização, não podemos nos esquecer da importância da interação.

No entanto, muitas soluções de aprendizagem online não conseguem integrar a aprendizagem colaborativa. A maioria dos cursos de e-learning, por exemplo, são feitos em total isolamento, Em uma experiência compartilhada apenas entre o aluno e o dispositivo escolhido. Com intervenções de aprendizagem como essas, não há espaço para colaboração ou comunicação com colegas. Isso precisa mudar. Então, como usar tecnologias de ensino para alimentar a aprendizagem colaborativa, onde quer que nossos alunos estejam?

Aprendizagem social

O psicólogo Albert Bandura desenvolveu a “Teoria da Aprendizagem Social” em 1977, anos antes da criação das mídias sociais, que muitas vezes são sinônimo de aprendizagem social. Nessa teoria, Bandura afirma que as pessoas aprendem por meio da observação, da imitação e da modelagem. Embora a teoria tenha sido desenvolvida antes de formas modernas de interação social, a implementação da aprendizagem social por meio de mídias digitais é um enorme sucesso. Na verdade, um relatório recente da McKinsey afirma que a tecnologia social pode aumentar a produtividade dos trabalhadores do conhecimento em 20 a 25%.

Existem várias maneiras de integrar o poder da aprendizagem social ao seu programa de aprendizagem digital, como fóruns de discussão, competições e placares de líderes. Isso não apenas facilita a interação social, mas também aumenta a responsabilidade do aluno para com o outro – aumentando o impacto da aprendizagem.

Salas de aula virtuais 

Outra excelente maneira de facilitar a interação na aprendizagem programática são as salas de aula virtuais. As salas de aula virtuais são espaços online que compartilham algumas características das salas de aula tradicionais. Elas permitem que os alunos interajam uns com os outros e com o instrutor por meio de videoconferência, lousas virtuais e compartilhamento de slides, aumentando o envolvimento. Esse nível de interação aprimora a experiência de aprendizagem, deixando de lado a abordagem centrada no instrutor ou nos negócios para se concentrar no aluno. Isso permite que os alunos façam perguntas e recebam feedback imediato sempre que necessário, em qualquer lugar do mundo.

Forças de trabalho digitais e dispersas não significam falta de interação 

A adoção de ferramentas digitais significa que, independentemente da localização, podemos garantir que a interação das pessoas seja integrada em todos os nossos programas de ensino. E isso é fundamental para o sucesso da aprendizagem. Na verdade, aqui na D2L, nós acreditamos que a interação entre as pessoas é um elemento-chave de Estrutura de Aprendizagem Programática. Para saber mais sobre a aprendizagem programática e como a interação das pessoas complementa as outras áreas da estrutura, baixe agora nosso e-book Aprendizagem programática.

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