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Inovação na educação: quais são as grandes mudanças do ensino superior no Brasil?

  • 5 min para ler

Veja as principais mudanças no ensino superior brasileiro e inovação na educação em uma entrevista completa com o Peterson Theodorovicz, diretor da D2L.

Não é uma grande novidade que o ensino superior brasileiro tem passado por uma profunda disrupção, tanto pelas alterações da dinâmica de aprendizagem dos últimos anos, quanto pela pandemia, que suscitou a necessidade de inovação na educação.

Para se ter uma ideia, de acordo com uma estimativa divulgada pela Fortune Business Insights, a expectativa é que a educação online gere mais de US $ 2 bilhões em faturamento e atinja a marca mundial de 1 bilhão de matriculados até 2022.

Apesar desse cenário, é impossível declarar que aderir a essas mudanças é um caminho fácil. Muito pelo contrário, milhares de universidades têm sido extensamente desafiadas a se adequarem para conseguirem sobreviver no setor de educação.

Com o objetivo de compreendermos todas essas alterações no ensino, desafios no processo de aprendizagem e as grandes mudanças que estão por vir, conversamos com Peterson Theodorovicz, Diretor Regional da D2L Brasil. Continue com a sua leitura e confira!

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Quais são as grandes mudanças no ensino superior no Brasil?

Com o isolamento social, diversas instituições foram obrigadas a migrar para o mundo digital e, para Peterson, esse é um dos desafios mais elementares que as IES estão enfrentando.

Muitas universidades foram forçadas a mudar de última hora, não tinham planejamento para isso, conteúdos apropriados e também não sabiam como iniciar um projeto de educação online”, declara o diretor.

Uma das razões para esse despreparo, sem dúvidas, foi a resistência pela transformação digital nos anos anteriores. Além disso, Peterson apontou o desconhecimento acerca das possibilidades de implementação e utilização da tecnologia como um dos maiores vilões para total aderência à nova realidade do mercado.

Veja também: Como motivar os alunos em tempos de pandemia? Veja 5 dicas

Outro aspecto que tem prejudicado a migração para o mundo online é a falta de preparo dos gestores educacionais e dos próprios alunos para lidarem com as novas ferramentas e metodologias.

Se investe muito esforço em tecnologia e infraestrutura, no entanto, há poucas iniciativas para preparar quem vai disseminar esse conhecimento e, até mesmo, receber todos esses materiais”, relata.

Apesar desse problema ter ganhado destaque nos últimos meses em decorrência da crise sanitária, não é recente a defasagem no ensino.

Segundo Peterson, o modelo de aula tradicional, mercado pelas explanações expositivas e centralidade dos professores, já não possuía a mesma eficiência para alcançar e ensinar esse novo perfil de aluno mais dinâmico.

Diante disso, é preciso preparar os docentes não apenas para manipular e gerenciar as ferramentas de maneira correta, mas também, adotar estratégias que coloquem o aluno como protagonista de seus estudos e os professores como mediadores desse processo educacional.

É fundamental recorrer à uma transformação para romper esse método arcaico de dar aula e deixar nascer algo mais contemporâneo que envolva a utilização da tecnologia”, declara Peterson.

Além disso, é preciso aproveitar esse momento em que essas novas metodologias foram apresentadas e fazer uso disso. Se apropriar desses métodos e ferramentas adequadamente, não como uma solução paliativa, mas sim algo permanente”, completa.

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Tendências na educação

O futuro do ensino no Brasil, sem dúvidas, será baseado na inovação na educação e adesão de novas estratégias de ensino.

Segundo o diretor da D2L no Brasil, essas tendências estão baseadas em três pilares fundamentais e adequar-se a elas são fatores decisivos para sobrevivência das instituições. “Sem a mudança nesses três fatores, o nosso ensino está fadado à falência no novo normal”, relata.

Por sua vez, são eles:

Microlearning

O microlearning é caracterizado por um processo de ensino em que o tempo de aprendizagem é reduzido.

Um dos principais objetivos dessa possibilidade é preparar o aluno de acordo com as habilidades já adquiridas e utiliza como principal metodologia o EBC (ensino baseado em competências).

Para Peterson, esse modelo de ensino é uma tendência nos últimos anos e apenas tende a crescer, isso porque atende às necessidades do estudante atual, que precisa de um processo de aprendizagem mais dinâmico, rápido e direcionado.

Implementação da metodologia híbrida

Outra grande tendência é a implementação do ensino híbrido (junção do processo presencial e a distância).

Na prática, Theodorovicz vê essa aderência como uma maneira de atender outros perfis de alunos, que precisam de uma maior flexibilidade por parte da universidade, seja por conta da vida profissional ou pessoal.

Por sua vez, essa adequação precisará de um modelo de conteúdo diferenciado, que se adapte às necessidades do estudante, assim como as possibilidades que une os dois universos.

Na metodologia híbrida, é preciso produzir materiais e métodos apropriados tanto para o presencial quanto o online, de modo a garantir a melhor experiência ao aluno.

Outros ganhos que justificam essa tendência, são: aumento do engajamento do estudante, redução de custos, melhor infraestrutura para atendimento dos alunos no presencial, otimização do trabalho do professor e apoio na retomada de atividades.

Aderência ao mercado de trabalho

Por fim, Peterson aponta que uma das tendências do ensino superior é a aderência ao mercado de trabalho. “As universidades continuam com os currículos muito engessados e, com isso, não conseguem atender totalmente às necessidades das organizações”, aponta.

Produzir materiais que vão ao encontro das principais carências das empresas auxiliam em melhorias na qualidade e relevância do ensino oferecido pelas instituições.

Como também, potencializa o sucesso do aluno (através de um alto índice de empregabilidade) e maximiza a atuação da própria universidade (abrindo espaço para parcerias com corporações dos mais diferentes setores).

Veja mais: 5 benefícios de usar as trilhas de aprendizagem da plataforma Brightspace para IES

Como a D2L apoia as instituições de ensino no processo de inovação na educação?

A D2L apoia as instituições no processo de inovação na educação por meio da plataforma Brightspace, sistema de gestão da aprendizagem que permite a criação de cursos e treinamentos online.

Contando com um design totalmente responsivo e intuitivo, a plataforma Brightspace viabiliza a adequação de diversas possibilidades de personalização conforme necessidades das universidades.

Além disso, contém ferramentas completas para análise do desenvolvimento do aluno e permite a adesão de metodologias ativas (como a sala de aula invertida, trilhas de aprendizagem e o próprio EBC).

Para Peterson, todos os predicados que a plataforma oferece ajuda às instituições de ensino “na transição e adequação à inovação na educação com responsividade e rapidez. Apoiamos as universidades para que essa transformação digital seja simples, ‘sem costura’, rápida, eficaz e indolor”.

Outro aspecto que o diretor aponta é o custo-benefício do sistema “temos a sensibilidade para entender também que muitas instituições não se prepararam para esse momento. Por isso, fornecemos uma plataforma completa com um custo extremamente acessível”, finaliza.

Leia mais: D2L ganha prêmio de melhor sistema de gestão da aprendizagem em 2020

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