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Aprendizagem baseada em jogos x Gamificação: o que são, diferenças e qual adotar

  • 4 min para ler

Entenda o que é a aprendizagem baseada em jogos, quais as diferenças dessa metodologia para a gamificação e como implementar na sua instituição.

Com as transformações digitais na educação, cada vez mais instituições estão implementando metodologias ativas, como é o caso da aprendizagem baseada em jogos e da gamificação.

Ambas estratégias são bastante benéficas para os estudantes e tornam o processo de ensino mais dinâmico, efetivo e inovador, cada uma à sua maneira. Sim, embora pareçam a mesma coisa, essas metodologias não são iguais e são implementadas de modos distintos no fluxo de aprendizagem.

Para te ajudar a compreender as principais diferenças entre elas, suas características e como adotá-las, elaboramos um conteúdo completo. Continue com a sua leitura e saiba mais!

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Afinal, o que é aprendizagem baseada em jogos?

A aprendizagem baseada em jogos nada mais é do que a construção de uma dinâmica totalmente gamificada para acelerar o desenvolvimento de novas habilidades.

Ou seja, nesse processo, é feito um ambiente de aprendizagem semelhante a um jogo, em que os estudantes podem passar de fases, cumprir missões, abrir novos “poderes” e pontuar com base no seu desempenho.

Um ótimo exemplo de aprendizagem baseada em jogos é o famoso aplicativo de idiomas chamado Duolingo.

No app, o usuário precisa passar de fases e completar a chamada “árvore do Duolingo”, para isso, em cada uma das etapas, ele aprende um tipo de vocabulário diferenciado, ganha lingot (que é a moeda do Duolingo) e outras recompensas.

O que é gamificação?

Enquanto na aprendizagem baseada em jogos o aluno é exposto a um espaço virtual para jogar, na gamificação, o estudante tem acesso a conceitos mais restritos de jogos.

Isso significa que no ambiente de aprendizagem virtual normal, o usuário será desafiado por meio de alguns aspectos que se encontram apenas nos games, como pontuações, emblemas, novas missões e rankings.

A maior diferença entre essas duas estratégias é o nível de “jogo” que o estudante terá acesso. Isso porque na gamificação isso ocorre de maneira mais sútil.

Quais são os benefícios dessas metodologias ativas?

Embora sejam diferenciadas, ambas as metodologias ativas promovem uma série de benefícios às instituições de ensino, como:

  • Maximiza o aproveitamento das aulas;
  • Facilita a assimilação dos conteúdos;
  • Dá suporte ao avanço dos estudantes;
  • Acelera o processo de ensino;
  • Valoriza a autonomia dos alunos;
  • Aumenta o engajamento;
  • Minimiza a evasão.

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Como implementar essas iniciativas?

Para implementar a gamificação e/ou a aprendizagem baseada em jogos, a sua instituição precisa seguir alguns passos, como:

Elabore um planejamento de acordo com o perfil dos alunos

Tanto a gamificação quanto a aprendizagem baseada em jogos seguem uma regra clara: a adaptação de acordo com o perfil dos alunos.

Um processo gamificado apenas funciona se a ferramenta for personalizada às necessidades dos alunos e flexível às suas exigências de aprendizagem.

Nesse cenário, entenda quais são as preferências dos seus estudantes, tanto em relação ao processo de ensino em si, quanto a respeito do layout e opções da própria ferramenta.

Com base nessas informações, construa um planejamento completo e efetivo, que compreenda as especificações da sua instituição, assim como as fases de implementação dessas metodologias.

Tenha uma infraestrutura tecnológica customizável e disponível

Outro ponto importante é a infraestrutura tecnológica. Como visto, esses processos precisam de ferramentas flexíveis e dinâmicas, que permitam total customização das iniciativas internas e que ofereçam maior liberdade, tanto para as instituições quanto para os estudantes.

Além disso, a plataforma adotada deve possuir alta disponibilidade, minimizando os riscos de que os alunos fiquem sem acesso às informações de aprendizagem, assim como segurança e ferramentas robustas de gestão, que facilitam o acompanhamento por parte dos gestores.

Leia também: 7 passos simples para fazer a migração para uma plataforma EAD

Ofereça conteúdos apropriados

É importante dispor de conteúdos apropriados em cada uma das metodologias citadas e de acordo com o perfil dos próprios alunos.

Os sistemas de aprendizagem atuais nos permitem adotar, por exemplo, materiais em vídeos, E-books, áudios, artigos e muitos outros tipos de conteúdos. É possível organizar todos esses materiais de acordo com cada fase do game based learning ou da própria gamificação.

Valorize o aspecto visual da plataforma

Imagine, por exemplo, um jogo que não fosse fácil de navegar ou, até mesmo, de entender as regras. Provavelmente, o usuário desistiria de continuar, certo? Pois bem, na educação, a lógica é a mesma!

É fundamental valorizar o aspecto visual da infraestrutura tecnológica, de modo a garantir ao estudante facilidade para estudar e avançar nos conteúdos, além de minimizar erros ou dificuldades.

Defina indicadores para acompanhar a performance dos alunos

Lembra-se que falamos o quão importante é que uma plataforma possua ferramentas de gestão? Sim! São elas que permitem aos professores acompanharem de perto a performance dos alunos.

No entanto, isso apenas é possível por meio da definição de indicadores-chave de performance (chamados também de KPI, sigla para Key Performance Indicator), que direcionam os esforços dos gestores educacionais a monitoramentos que realmente fazem sentido para a aprendizagem e engajamento dos estudantes.

Esses dados ajudam a melhorar constantemente os processos internos, assim como identificar gargalos e indícios de evasões dentro das instituições.

Veja também: A Universidade do Futuro: o que é a educação orientada por dados e como implementar?

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Contando com um layout customizável, a Plataforma Brightspace permite a criação de cursos e treinamentos no ambiente virtual e a implementação de diversas metodologias ativas, como a aprendizagem baseada em jogos e a gamificação.

Com ferramentas de gestão modernas, a Plataforma Brightspace transforma a educação online da sua instituição, garantindo estabilidade, inovação, acessibilidade, otimização de custos e diferencial competitivo.

Tudo isso valoriza diretamente a experiência do aluno, aumentando o engajamento e minimizando os riscos de evasão, promovendo satisfação e o sucesso do estudante.

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