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Futuro do ensino superior: principais desafios dos cursos TI e como se adequar às necessidades do mercado?

  • 5 min para ler

Você sabe quais são os principais desafios dos cursos de TI e como adequar o futuro do ensino superior às necessidades do mercado? Veja este conteúdo!

As mudanças no setor educacional vêm reformulando o futuro do ensino superior em todas as áreas, como é o caso dos cursos de TI (Tecnologia da Informação). Com essas disrupções, professores e alunos estão tentando não somente se adequar aos novos fluxos, mas também atender às demandas do mercado de trabalho.

Sabemos que a necessidade do mercado é alta. Para se ter uma ideia, segundo dados da Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), até 2024, surgirão 421 mil novas vagas no setor, reflexo da estimativa de investimento de R$ 90 bilhões por ano.

Por sua vez, as áreas que mais crescerão são: ciência de dados (com um investimento de R$ 5,5 bilhões por ano) e Inteligência Artificial (com um investimento de R$ 1,9 bilhão por ano).

Embora o cenário de oportunidades seja bastante positivo, o setor de TI tem sofrido com a escassez de profissionais qualificados. Ainda de acordo com o levantamento da Brasscom, o Brasil forma uma média de 46 mil especialistas todos os anos.

Diante disso, vamos entender abaixo os principais desafios dos cursos de TI e apresentar algumas soluções para as instituições se adequarem ao mercado de trabalho no futuro do ensino superior. Continue com a sua leitura e confira.

Desafios dos cursos de TI

Dentre os principais desafios enfrentados pelos cursos de TI que justificam a escassez de profissionais do mercado estão:

Alta taxa de evasão

Não é uma grande novidade dizer que boa parte dos estudantes que se matriculam em um curso superior hoje não concluirão a faculdade. Há diversos motivos para esses alunos abandonarem os estudos, como falta de identificação com o curso, baixa satisfação com a grade curricular ou faculdade, problemas financeiros e outros.

Apesar da taxa de evasão ter aumentado durante a pandemia, o setor de tecnologia tem lidado com esse desafio há alguns anos. Dados da Brasscom divulgados no segundo semestre de 2019, por exemplo, revelam que 69% dos alunos de cursos de TI desistem durante a faculdade.

Grade curricular pouco aderente ao mercado

Outro desafio dos cursos de tecnologia, sem dúvidas, é a grade curricular. O mercado é extremamente mutável. A todo momento surgem novas tecnologias e processos. Por sua vez, a área de TI é responsável por planejar, gerenciar e implementar essas revoluções.

Para isso, porém, os alunos precisam estar preparados e devidamente atualizados. No entanto, isso esbarra comumente em grades curriculares engessadas, que não são aderentes às necessidades do mercado e, muito menos, aos processos que, realmente, são aplicados no setor.

Cursos ainda muito enraizados nos processos tradicionais

Por fim, as metodologias e ferramentas utilizadas também representam uma dificuldade nos cursos de TI que, muitas vezes, são a causa da evasão dos alunos.

Muitos dos cursos ainda são muito enraizados nos processos tradicionais, com aulas verticais (ou seja, os professores como protagonistas do ensino) e pouca valorização da autonomia dos estudantes.

Como adequar os cursos de TI às necessidades do mercado de trabalho?

A melhor maneira de reduzir a escassez de mão de obra qualificada e aumentar a empregabilidade dos cursos de TI, sem dúvidas, é realizando mudanças profundas no modo como os estudantes são preparados ainda na faculdade.

Para tal, algumas iniciativas são fundamentais, como:

Revolucionar a abordagem dos cursos de TI

Tenha isso em mente: o futuro do ensino superior é volátil, flexível, ágil e, principalmente, personalizado.

Diante disso, para se adequar a esses parâmetros e revolucionar a abordagem dos seus cursos de tecnologia, é necessário realizar uma análise dos seus processos atuais.

Entenda como as suas disciplinas são preparadas e disponibilizadas aos alunos, obtenha feedback dos professores e dos próprios estudantes, assim como faça uma análise dos indicadores de desempenho.

Nessa fase, também analise a sua grade curricular e verifique se ela ainda atende às necessidades do mercado e cumpre bem o seu papel de preparar os estudantes para atuarem no setor.

Em seguida, identifique as vulnerabilidades e pontos de melhorias em todos os fluxos operacionais. Com base nisso, faça um planejamento de ensino com ações para revolucionar esses aspectos, definindo metas e indicadores que devem ser acompanhados.

Implementar metodologias ativas

Uma das bases do futuro do ensino superior, sem dúvidas, são as metodologias ativas. Esses recursos facilitam a assimilação de conteúdos por parte dos alunos e simplificam o processo educacional.

Além disso, elas permitem a personalização dos fluxos de aprendizagem, proporcionando uma experiência mais customizada e específica de acordo com as necessidades de cada estudante.

É possível implementar diversas metodologias ativas, como:

  • Ensino híbrido;
  • Educação baseada em competências (EBC);
  • Educação baseada em jogos;
  • Gamificação;
  • Educação baseada em projetos.

Envolver ativamente professores e alunos

Não adianta mudar os fluxos educacionais e adotar metodologias ativas sem envolver ativamente os professores e os alunos.

É importante que tanto os docentes quanto os estudantes estejam preparados para lidarem com esses novos processos, entendam as finalidades de cada metodologia e consigam lidar com a tecnologia utilizada.

Para tal, prepare treinamentos para os professores e valorize a aprendizagem contínua, de modo a garantir o melhor desempenho deles em sala de aula.

Por outro lado, oriente os alunos e torne o processo de aprendizagem mais participativo, em que os próprios estudantes conseguem visualizar e entender o seu avanço nas disciplinas, pontos a melhorar e outros aspectos que reconheçam o seu protagonismo.

Usar a tecnologia

Por fim, não podemos falar sobre o futuro do ensino superior sem citar a importância da tecnologia. A inovação é o cerne de toda a revolução na educação e, por isso, deve ser adotada nos seus cursos de TI.

No momento de implementar uma plataforma de aprendizagem, analise a confiabilidade do provedor, suporte oferecido e possibilidades de customização, garantindo uma escolha assertiva e proveitosa.

A D2L pode te ajudar a se adaptar ao futuro do ensino superior

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Consistindo em um sistema de gestão da aprendizagem completo, intuitivo e responsivo, a Plataforma Brightspace permite a criação de cursos e treinamentos no universo online.

Possuindo ferramentas inovadoras, o sistema facilita a personalização de todo o fluxo de aprendizagem e implementação de metodologias ativas, o que valoriza a experiência e autonomia do aluno.

Além disso, a Plataforma Brightspace conta com recursos de BI completos que geram relatórios detalhados e em tempo real acerca do desempenho dos estudantes, permitindo uma gestão muito mais estratégica e melhores tomadas de decisões.

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