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Reimaginando a experiência de aprendizagem no ensino superior

  • 6 min para ler

O que tem mudado no ensino superior? Como podemos melhorar a experiência de aprendizagem dos alunos? Esses são alguns temas debatidos neste post! Confira!

Sabemos que cada vez mais instituições estão buscando maneiras de promover melhor experiência de aprendizagem aos seus alunos, não apenas no ensino básico, mas também na educação superior.

Essas iniciativas, por sua vez, visam tornar não apenas a grade curricular mais atraente aos estudantes, mas também garantir mais qualidade no ensino, propor melhores condições de aprendizagem e viabilizar total aproveitamento desses matriculados.

Para nos aprofundarmos ainda mais neste tema, recentemente, a D2L Global fez um webinar bem interessante e contou com a participação de Clay Shirky, Vice-reitor De Tecnologias Educacionais da NYU (New York University e Universidade de Nova Iorque), que conversou com Ken Chapman, Vice-presidente De Pesquisa De Mercado da D2L.

Embora o webinar esteja em inglês, trouxemos abaixo alguns dos principais pontos discutidos acerca do futuro da educação, consequências da pandemia e mudanças sentidas no comportamento e expectativas dos alunos do ensino superior. Continue com a sua leitura e confira!

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O papel da tecnologia na aprendizagem

Chapman destaca, a primeiro momento, o papel que a tecnologia desempenha no ensino superior, especialmente em um cenário em que a educação digital está tão polarizada.

Segundo o Vice-presidente De Pesquisa De Mercado da D2L, “a oportunidade que a tecnologia nos apresenta atende esta grande mudança que vemos no ensino superior atualmente”.

Nesse cenário, entendemos que as instituições não devem se posicionar de uma maneira conservadora, evitando mudanças e desafios. Muito pelo contrário, é preciso abraçar essas disrupções para se recuperar das dificuldades trazidas pela pandemia.

Para tal, tanto Chapman quanto Clay Shirky concordam que a preparação é crucial e já temos visto isso acontecer. Instituições que estavam mais maduras digitalmente ou mais organizadas nesse sentido, conseguiram migrar para o universo online sem dificuldades.

Por outro lado, ainda temos instituições de ensino superior que não conseguiram se adequar 100% ao mundo digital e, por isso, estão enfrentando outros problemas além da crise, como insatisfação dos alunos e alto índice de evasão.

Para entender um pouco a percepção dos participantes do evento, foi feita a seguinte pergunta no final do webinar: “O que tornará sua organização mais atraente para os alunos nos próximos anos?”. Sem pestanejar, 24% dos participantes responderam com “Uso mais consistente da tecnologia”.

No entanto, o uso da tecnologia é um tópico bastante vasto, afinal, qual é a maneira mais eficaz pela qual as instituições podem consistentemente incorporar tecnologia em seus programas de ensino e aprendizagem para fornecer educação de qualidade?

De acordo com Shirky, “a tecnologia é um amplificador”. Em outras palavras, as instituições não devem tentar usar a inovação para adquirir recursos que ainda não existem para elas.

Em vez disso, para adotar as tecnologias educacionais, as instituições devem se perguntar: quais de nossos objetivos gostaríamos de ampliar? Como uma tecnologia específica pode acelerar essa meta (e por que queremos que isso ocorra)?

Shirky recomenda começar com o problema que precisa ser resolvido, em vez de começar com a solução e retroceder. Isso significa que as instituições de ensino precisam entender quais são as suas deficiências para, então, aplicar a inovação para resolver esses desafios.

Leia também: O maior desafio da educação pós-pandemia: Como trazer os alunos de volta para as instituições de ensino?

Inclusão na educação e experiência de aprendizagem

A inclusão digital tem se tornado um tópico de conversa cada vez mais importante no contexto do ensino superior.

No passado, as preocupações do corpo docente com os alunos se concentravam em perguntas como “meus alunos estão prestando atenção na minha aula?”.

Hoje, vemos uma série de perguntas com mais ênfase na experiência dos alunos com a educação, como: “Todos os meus alunos conseguem acessar minha aula? Minha pedagogia é inclusiva? As diversas vozes dos alunos e identidades sociais estão sendo representadas?”.

Considerações como acesso a computadores e serviços de Internet são apenas uma peça de um quebra-cabeça maior, observa Shirky.

Devemos também pensar se nossos alunos têm acesso a dinheiro para livros didáticos e outros recursos educacionais, espaços de estudo silenciosos, tempo ininterrupto para trabalhar e, até mesmo, necessidades básicas como comida, abrigo, água e sono.

Além disso, o design universal para a aprendizagem (UDL), que trata elementos como inclusão, adaptação, flexibilidade e simplicidade, se tornou muito mais popular e com razão.

Ao incorporar práticas eficazes de acessibilidade para ensino e aprendizagem online, muitos educadores estão agora percebendo que tais iniciativas também são úteis para uma gama mais ampla de alunos que eles nem mesmo sabiam que estavam sendo mal atendidos.

Esse tipo de preocupação faz com que a universidade se torne muito mais preparada para lidar com aspectos como respeito à diversidade e promoção da democratização do ensino, se adequando às mais diversas necessidades dos alunos e potencializando a experiência de aprendizagem.

E o futuro da experiência de aprendizagem?

Investimos tanto na mudança para ambientes de aprendizagem remota e blended learning (ensino híbrido) que é inconcebível pensar que podemos perder esse trabalho no retorno às aulas presenciais.

Com a mudança para o digital, muitos elementos de ensino e aprendizagem tornaram-se mais fáceis e colaborativos, mas outros aspectos sofreram impactos, incluindo as questões de socialização e interação.

Por isso, é necessário realmente investir na conexão social entre professores e alunos (ou peer to peer) como uma prática deliberada. Por sua vez, essas iniciativas não serão desperdiçadas, mas, mais tarde, também serão aplicadas na sala de aula física.

Algumas dicas e truques fornecidos por Shirky incluem ligar sua webcam antes da aula para bater um papo informal com os alunos, ficar depois da aula para se despedir ou responder a perguntas, trabalhar intencionalmente para estabelecer conversas e ter o hábito de envolver os alunos nas aulas.

Uma coisa fica clara: após a pandemia, nem os alunos, nem os professores e muitos menos as instituições de ensino serão os mesmos. A tecnologia continuará fazendo parte da vida dos estudantes e de todo o corpo docente.

Mesmo que retornemos ao presencial, muitos matriculados e professores ainda vão querer continuar no online, afinal, o EAD é uma metodologia que funciona, com as iniciativas e ferramentas corretas.

Isso significa que as IES apenas serão capazes de atender essas demandas do futuro da educação por meio da tecnologia, isso porque essa iniciativa promove uma experiência de aprendizagem positiva aos alunos e dinamiza todos os processos educacionais.

A D2L tem atuado ativamente para auxiliar as instituições de ensino na adequação completa ao mundo digital. Com a Plataforma Brightspace, é possível criar cursos completos e engajadores, assim como acompanhar de perto o desempenho dos alunos.

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