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Princípio orientador 4: Implantação de políticas para conteúdo gerado pelos usuários

Após a aquisição de tecnologia acessível, redes e instituições de ensino superior são responsáveis por garantir que o conteúdo digital disponibilizado aos alunos ou publicado em sites na internet seja completamente acessível. Os mesmos princípios aplicados a softwares baseados na web – princípios orientadores 1, 2 e 3 – devem ser aplicados também a conteúdo adquirido de editoras. Com relação ao conteúdo publicado em sites na web pelos usuários – por exemplo, por funcionários ou professores de uma rede ou instituição de ensino – implementar uma política de publicação de conteúdo pode ajudar a evitar erros comuns, como imagens sem descrições de texto alternativo, arquivos com nomes incorretos, PDFs sem acessibilidade ou URLs citadas de maneira incorreta.

Utilize Ferramentas de Verificação de Acessibilidade Sempre Que Estiverem Disponíveis.

Alguns fornecedores que oferecem ferramentas de criação de conteúdo, como sistemas de gestão de aprendizagem e ferramentas de desenvolvimento de sites, oferecem também um verificador de acessibilidade em suas plataformas. Essas ferramentas funcionam como um corretor ortográfico e podem varrer o conteúdo e as imagens antes da publicação para ajudar a identificar possíveis problemas de acessibilidade e sugerir como eles podem ser resolvidos. Para os casos em que uma ferramenta integrada não estiver disponível, há alguns sites gratuitos que podem varrer o conteúdo de uma página web para identificar possíveis erros. Uma lista de verificadores de acessibilidade baseados na web pode ser encontrada no site da Iniciativa pela Acessibilidade na Web W3C.

Como é de se esperar, os testes por máquina não podem garantir precisão de 100%. O julgamento humano é essencial em alguns aspectos. Como palavras incorretas podem passar pelo corretor ortográfico, conteúdo inacessível pode não ser detectado pelo verificador de acessibilidade. Por exemplo, uma imagem com uma descrição alternativa de “imagem” será aprovada pela ferramenta de verificação apesar de ter uma descrição que não torna o conteúdo acessível para deficientes visuais.

Exija Descrições Relevantes Para Imagens, Botões e URLs.

Descrições alternativas, ou alt tags, costumam ser um item esquecido com frequência na criação de conteúdo pelo usuário. Para os usuários com deficiência visual, isso pode impossibilitar o acompanhamento do conteúdo, a conclusão de tarefas ou até mesmo a compreensão do conteúdo em comparação com seus colegas videntes. As descrições alternativas devem ser relevantes. Descrever uma imagem como “imagem” não oferece aos alunos
com deficiência visual a mesma experiência que um aluno vidente tem ao olhar para a imagem de um campo coberto de neve no final da tarde com um celeiro ao fundo.

O texto alternativo de uma imagem precisa oferecer não apenas a descrição da imagem, mas também o significado da imagem em seu contexto. A mesma imagem pode precisar de diferentes textos alternativos dependendo de quando e onde ela aparece contextualizada. O WebAim.org disponibiliza um guia útil para criação de textos alternativos para imagens, com exemplos.

Botões, incluindo imagens que funcionam como links ou botões, devem ser etiquetados individualmente para contextualizar para onde levarão os usuários. As URLs devem descrever para onde os usuários serão levados em vez de simplesmente dizer “clique aqui para saber mais”.

Evite PDFs e Textos em Imagem Sempre Que Possível.

Sempre que possível, o conteúdo do texto oferecido aos alunos online deve ser incorporado no corpo de uma página web em HTML ou disponibilizado em um formato que seja facilmente renderizado por tecnologias assistivas, como leitores de tela. Formatos de arquivo para download, como PDFs, em geral não oferecem acessibilidade para muitas pessoas que utilizam tecnologias assistivas ou que demandam recursos de busca para localizar conteúdo.

Em geral, o PDF é o formato padrão para recursos educacionais abertos e prontamente disponíveis na internet, mas também é um dos formatos mais inacessíveis de distribuição de conteúdo. Devido às diversas maneiras utilizadas para converter e armazenar conteúdo em formato PDF, o fluxo e a hierarquia originais de conteúdo costumam perder a sincronização com tecnologias assistivas ou podem nem ser compatíveis com o formato PDF.

Com relação à acessibilidade dos formatos de distribuição de conteúdo, textos em forma de imagem são quase tão inacessíveis quanto PDFs. Mesmo com uma descrição relevante do texto e da imagem, o conteúdo pode perder a sincronização com o resto da página e fazer com que uma pessoa com deficiência perca a contextualização e/ou se perca na página web. Todos os textos devem ser inseridos no corpo de uma página web como HTML, especialmente textos que esclareçam significados ou orientações. Gráficos em matérias STEM podem ser casos especiais de exceção nessa regra “texto como imagem”. Para conhecer algumas diretrizes de como descrever imagens em matérias STEM, acesse as ““Diretrizes para descrição de imagens em matérias STEM”” do Centro Nacional de Mídia Acessível.

Se for necessário publicar conteúdo em um arquivo isolado (fora do corpo de texto das páginas como HTML), os desenvolvedores de conteúdo devem considerar formatos de arquivos adequados a tecnologias assistivas e edição, como documentos em Microsoft Word.

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