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Introdução

A tecnologia baseada na web transformou as salas de aula do país oferecendo, entre outros, ferramentas para aprendizagem personalizada, materiais didáticos digitais e conteúdo adaptativo de cursos. Contudo, é comum que os alunos com deficiência não consigam acessar integralmente essas ferramentas online nem aproveitar todos os benefícios à disposição de seus colegas sem deficiência. É comum que alunos com deficiência recebam materiais alternativos que, embora ofereçam o mesmo conteúdo ou os mesmos padrões acadêmicos, não permitem que esses alunos tenham a mesma experiência e aproveitem as mesmas vantagens que seus colegas.

As legislações americanas American’s with Disabilities Act (ADA) e Rehabilitation Act, seção 504, impõem a redes e instituições acadêmicas de ensino superior a obrigação legal de garantir que seu programa seja acessível para alunos com deficiência. Embora a oferta de materiais alternativos para alunos com deficiência seja permitida por lei [1] e, em certos casos, seja a escolha adequada[2], na maioria das vezes são oferecidas alternativas quando, na verdade, uma tecnologia equivalente e acessível poderia ser oferecida a todos os estudantes, independentemente da deficiência, ou quando o fornecedor da tecnologia não incorporou ao seu produto recursos que seguem os padrões de acessibilidade. Isso costuma acontecer mais por falta de familiaridade com as tecnologias e padrões de acessibilidade disponíveis que por malícia ou negligência, mas isso não mitiga a gravidade das consequências. Para redes e instituições acadêmicas, isso pode significar a perda de financiamentos públicos e vulnerabilidade em ações privadas segundo a ADA. Para os alunos com deficiência, isso significa a perda de oportunidades de aprendizagem e de participação integral nas experiências educacionais.

Nos últimos anos, redes e instituições de ensino superior estão sendo cada vez mais cobradas com relação a acessibilidade de sua tecnologia educacional baseada na web.[3] Pais e ativistas da acessibilidade aumentaram a quantidade de relatórios e denúncias, e a agência de Direitos Civis do Departamento de Educação dos Estados Unidos está realizando investigações e ações de aplicação da lei com cada vez mais frequência.[4]

Uma das maiores demandas dessas pessoas é que escolas e fornecedores de software tomem ações imediatas para disponibilizar as ferramentas para
todos os alunos. As escolas não devem esperar pela matrícula de um aluno com deficiência para começar a buscar fornecedores de tecnologia acessível ou para informar seus atuais fornecedores sobre as exigências de acessibilidade. As escolas devem partir do pressuposto que os alunos com deficiência já estão matriculados ou se matricularão muito em breve. Esperar faz com que as escolas já estejam atrasadas para corrigir a situação e isso acarretará muitas perdas para os alunos.

Esses princípios orientadores visam ajudar redes e instituições de ensino superior a tomarem decisões mais inteligentes sobre o fornecimento de tecnologias baseadas na web com relação à sua acessibilidade e, com isso, poderem pressionar o setor para que todas as ferramentas de tecnologia educacional sejam nativamente acessíveis, ou seja, ferramentas projetadas e desenvolvidas desde o início tendo a acessibilidade como componente central.

Esses princípios não são exaustivos e não compõem um guia completo de acessibilidade para tecnologia, mas oferecem novos dados para orientar as discussões entre professores, escolas e seus fornecedores.

Princípios orientadores

  1. Exigência de padrões de acessibilidade para fornecedores
  2. Exigência de transparência e validação
  3. Reserva de alternativas para último caso
  4. Implantação de políticas para conteúdo gerado pelos usuários

Categorias De Deficiência:

Visual – Cegueira total, visão subnormal ou baixa visão, daltonismo

Auditiva – Surdez ou perda auditiva

Motora – Impossibilidade de usar o mouse, reação em tempo prolongado, restrição de coordenação motora fina

Cognitiva – Deficiência de aprendizagem, dificuldade de atenção, restrição de memória ou atenção a grandes quantidades de informação

(Crédito para WebAim.org)

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