Tecnologias de aprendizagem: Sala de aula baseada em dados | D2L Brasil
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Tecnologias de aprendizagem: Como criar uma sala de aula baseada em dados

  • 8 min para ler

Entenda como criar uma sala de aula baseada em dados por meio das novas tecnologias de aprendizagem e confira os principais benefícios dessa iniciativa.

Com o avanço da inovação e surgimento de novas tecnologias de aprendizagem, os dados de aprendizagem do aluno se tornaram uma ferramenta poderosa para educadores que se esforçam para maximizar os resultados do ensino.

De maneira prática, ao coletar informações sobre os estudantes, os gestores educacionais conseguem entender o que está acontecendo com os alunos e, com isso, os educadores podem usar esses levantamentos como orientadores para os planos de aluno e outras atividades de tutoria.

Usados ​​da maneira certa, os dados podem direcionar ações para fornecer as melhores experiências de aprendizagem, aumentando o engajamento dos alunos e otimizando o trabalho dos professores.

Para se ter uma ideia, segundo um estudo realizado pelo Bill & Melinda Gates Foundation’s, 78% dos docentes concordam que os dados ajudam a validar onde os alunos estão e para onde podem ir.

Entenda abaixo quais são os principais benefícios de adotar uma sala de aula baseada em dados e como implementar esse processo.

Mais lidos: Reimaginando a experiência de aprendizagem no ensino superior

Benefícios de uma sala de aula orientada a dados do aluno

Os dados dos alunos podem ser extraídos de muitos lugares, incluindo resultados de trabalhos práticos, exames e registros de frequência nas disciplinas.

Na sala de aula tradicional, cujas aulas ocorreriam presencialmente, os tutores conseguem ver como os alunos reagem, respondem e fazem os ajustes necessários.

No universo online, porém, o acompanhamento dos estudantes não é tão simples assim. Por essa razão, as tecnologias de aprendizagem ajudam a colher informações de maneira constante e de modo muito mais rápido, efetivo e certeiro.

De modo geral, uma plataforma de aprendizagem mostra o que os alunos estão estudando, de que maneira estão aprendendo e quanto progresso estão fazendo para ajudar os tutores a conhecer e compreender seus estudantes.

A sala de aula baseada em dados (também chamada de data driven classroom) pode ajudar a atender às necessidades de aprendizagem dos alunos por meio de:

Aprendizagem adaptativa

O mesmo estudo citado anteriormente revelou que 69% dos professores acreditam que é necessário adaptar a instrução às necessidades individuais dos alunos para melhorar o desempenho.

Os dados revelam muitas coisas sobre os alunos à medida que aprendem: como eles se envolvem com o conteúdo, quanto tempo passam estudando, como se saem nas avaliações e o quanto participam das aulas.

Tudo isso cria uma imagem de cada aluno que pode ser usada para conduzir uma jornada de aprendizagem adaptativa e personalizada para o indivíduo.

O objetivo é o melhor resultado de aprendizagem possível, e isso não precisa ser apenas em termos de desempenho acadêmico.

Isso significa que também é importante que a experiência de aprendizagem ajude os alunos a desenvolver habilidades sociais, aprender como organizar seu trabalho e se acostumar a cumprir prazos, por exemplo.

Preenchendo lacunas de conhecimento

Os dados também podem expor as lacunas de conhecimento dos alunos. Isso é algo que, às vezes, não se torna aparente em ambientes de ensino tradicionais até que os estudantes façam os exames ou façam os testes.

Com todos os impactos causados pela pandemia, sabemos que os déficits em aprendizagem são profundos, não apenas nos alunos do ensino superior, mas principalmente estudantes do ensino básico.

Nesse sentido, as tecnologias de aprendizagem atuam ativamente na geração de dados, expondo dificuldades dos alunos mais rapidamente.

Dessa forma, os professores podem organizar iniciativas prévias para auxiliar seus estudantes, como tutoriais, materiais de base, conteúdos extras, livros ou aulas adicionais, de acordo com os impasses de cada estudante.

Melhor prática

Os dados mostram como os indivíduos estão se saindo, mas também como os grupos estão progredindo. Dessa forma, os insights de todo o grupo podem levar à ação para beneficiar a todos.

Por exemplo, os alunos que participam de grupos de discussão podem ter um desempenho melhor. Ou, ainda, estudantes que recebem materiais em determinados formatos podem apresentar maior engajamento nas atividades.

É importante aplicar o que os dados revelam sobre práticas de ensino bem-sucedidas para se adequar a cada situação de aprendizagem. Isso pode significar a introdução de mais aulas de determinadas disciplinas ou mais grupos, por exemplo, mas também pode ser o caso de apenas alterar datas e formatos.

Previsão de alunos em risco

Se um aluno não está no caminho certo para passar em um curso ou módulo, ou fazer uma nota específica, isso ficará aparente nos dados. Seu comportamento de estudo e produção serão um indicador. Identificar isso cedo faz toda a diferença e há várias maneiras de mudar as coisas.

Nesse caso, a instituição pode fornecer mais recursos, organizar novas sessões de tutoria ou conectar alunos em um grupo de apoio ao estudo. Pode haver problemas pessoais ou de bem-estar em jogo, nesses casos, os alunos podem ser colocados em contato com a escola ou serviços de saúde apropriados.

Desempenho pessoal

Os alunos também se beneficiam do acesso aos seus próprios dados de aprendizagem. Como nativos digitais, eles já estão familiarizados com as barras de progresso e outras ferramentas que indicam o quão longe eles estão em algo.

A percepção de onde eles estão agora, onde precisam estar e o que precisam fazer para chegar lá os capacita a reconhecer seu progresso. Isso é benéfico para os resultados, é claro, mas também é uma lição de vida que os manterá em boa posição no futuro.

Leia também: Blended Learning: entenda o que é o ensino híbrido e tendências para o futuro

Como criar uma sala de aula baseada em dados?

Entenda abaixo como criar uma experiência em sala de aula orientada pelos dados que realmente importam:

Etapa 1: decida o que você deseja saber

A regra número 1 de trabalhar com dados é: recolher muitos dados pode ser menos útil do que você imagina.

O que isso significa? É preciso definir indicadores certeiros de acordo com as suas necessidades, caso contrário, os seus gestores educacionais podem ficar perdidos e não saber exatamente o que fazer com as informações obtidas.

É claro que há diversas métricas que devem ser acompanhadas e é fato que há muitas coisas para colocar em prática com base nesses números. Mas, então, como organizar tudo isso? Simples: comece definindo o que você deseja saber a partir dos dados.

Você pode começar pequeno, com apenas algumas das métricas realmente importantes que farão a diferença em sua instrução. À medida que se familiariza com os dados disponíveis, você pode adicionar mais informações.

O importante é que você saiba exatamente o que está procurando, de modo a realmente usar os dados para impulsionar uma ação positiva.

Etapa 2: entenda os impactos

Conforme os dados forem se tornando mais reais na sua instituição, você será capaz de rastrear o impacto de suas ações.

Por exemplo, talvez você tenha estabelecido um grupo de estudo porque os dados mostraram que os alunos estavam com dificuldades. Ou talvez você tenha configurado notificações automáticas para lembrar os alunos sobre os próximos prazos porque os trabalhos estavam sendo entregues com atraso.

Isso significa que algumas mudanças produzirão resultados rápidos e você conseguirá acompanhar essas disrupções. Em outros casos, as implementações podem gerar impactos a longo prazo, porém, também é possível metrificar isso.

Etapa 3: aprenda com os colegas

Reserve um tempo para se conectar com os colegas sobre como eles usam os dados no ensino. Compartilhe as melhores práticas e compare o que funciona.

Você ficará mais familiarizado com o que os dados podem fazer e como usá-los por meio da experiência de outras pessoas. Isso não apenas ajudará a todos no uso dos dados dos alunos, mas também estabelecerá as melhores práticas dentro da instituição como um todo.

Etapa 4: expandir o conhecimento

Com alguma experiência em seu currículo, você pode ampliar seu conhecimento. Você pode organizar treinamento adicional para seus colegas tutores ou administradores sobre o uso da plataforma de aprendizagem.

Seu provedor de plataforma de aprendizagem provavelmente terá tutoriais ou orientações que podem fornecer sobre como obter o máximo dos dados. Aproveite esses recursos.

Etapa 5: Continue aprendendo

Sempre haverá mais a aprender quando o assunto é fazer o melhor uso dos dados dos alunos para gerar resultados de aprendizagem bem-sucedidos.

A tecnologia não para, então os recursos da plataforma de aprendizagem que você usa também evoluirão. É preciso estar aberto às possibilidades, questionar as oportunidades e aproveitar ao máximo as funcionalidades que estão disponíveis.

Você pode se interessar: Tendências educacionais na sala de aula: como engajar os alunos das gerações Y e Z?

Conte com as tecnologias de aprendizagem para explorar os dados!

Como educadores, podemos adaptar a instrução para atender às necessidades dos alunos, abordar as lacunas de conhecimento e manter os estudantes no caminho certo, de acordo com o que os dados nos mostram.

Para tal, o sistema de aprendizagem é crucial. Essa ferramenta permite não apenas abrigar as aulas e hospedar os conteúdos das disciplinas, mas também viabiliza acompanhamento em tempo real da performance dos estudantes, personalização das disciplinas e mapeamento do desempenho da sua instituição.

A D2L oferece aos seus clientes a Plataforma Brightspace, sistema de aprendizagem completo, intuitivo, responsivo e totalmente customizável.

A Plataforma conta com um poderoso BI que capta e organiza dados de maneira inteligente, ajudando os gestores educacionais nas tomadas de decisões e personalização do ensino.

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