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Gamificação de cursos: três fundamentos para começar

  • 4 min para ler

Você não precisa ser geek para gamificar seus cursos. Um professor e designer de jogos compartilha seu conhecimento sobre o básico da gamificação e como ela pode impactar positivamente o envolvimento dos alunos.

Este ano no Fusion, conversamos com Tim Samoff, professor de Design de Jogos e Multimídia na Moorpark College, sobre a gamificação no ensino e na aprendizagem. Mas antes de tudo, não resistimos e perguntamos o que ele achava do sucesso extraordinário do jogo Pokémon GO.

Há muitos jogos legais de realidade aumentada no mercado, então por que o Pokémon GO se tornou tão popular, tão rapidamente? De acordo com Samoff, o motivo é que “o Pokémon GO permitiu que as pessoas usassem a realidade aumentada de uma maneira que unia facilmente suas vidas virtuais e reais”. Ele acredita que qualquer professor pode misturar experiências de jogos com a vida real em suas aulas, mesmo sem o uso de dispositivos móveis. Incluir jogos como parte da aprendizagem “pode ser uma maneira muito divertida de quebrar a monotonia típica das aulas”.

Samoff queria criar jogos desde pequeno e já é designer de games há muitos anos. Mas você não precisa ter experiência na área ou criar um jogo como Pokémon GO para manter seus alunos animados e motivados durante o curso.

A gamificação é uma ótima maneira de tornar seus cursos interativos. Se você começar a transformar algumas partes do currículo em jogos, vai gerar um envolvimento mais profundo e significativo entre os estudantes.

A maioria das aulas online não se parece em nada com um jogo, então por onde um professor pode começar o processo de gamificação do seu curso?

Você pode começar com uma simples mudança na terminologia. Ao alterar a maneira de se referir a certos elementos de um curso, você começa a enxergar o conteúdo como partes de um jogo. Por exemplo, Samoff sugere pensar nos “módulos” de um curso online como “fases” de um jogo. “Os estudantes que jogam o meu ‘jogo’ devem passar de uma série de fases”, explica. “Quando os alunos chegam ao que seria um ‘questionário’ do curso, eles encontram o que eu gosto de chamar ‘chefão’ e devem recapitular seu conhecimento para combater essa besta indomável”.

Samoff ficou surpreso ao ver como a gamificação de certos elementos do seu curso foi efetiva. “Foi engraçado, não imaginei que isso seria suficiente.” Mas quando recebeu o feedback dos alunos, percebeu o tamanho do impacto que a iniciativa teve no envolvimento da turma. Para ensinar usando a gamificação, um professor não precisa necessariamente oferecer um jogo, apenas mudar a mentalidade dos alunos.

“Nesse caso, comprovamos a ideia de que a gamificação é transformar um ambiente não orientado aos jogos em uma experiência lúdica, porque na verdade eu só tive que mudar a mentalidade dos alunos para que eles se sentissem motivados e tentassem chegar à próxima fase.”

Você não precisa ter experiência técnica para gamificar o seu curso

Só precisa conhecer os três fundamentos da gamificação.

Antes de incorporar a gamificação em seus cursos, é recomendável que os professores entendam bem o que são jogos e como funcionam. Para ajudar as pessoas a entender o que são jogos, Samoff dividiu os aspectos teóricos do design de games em três fundamentos.

Se quiser que seus alunos realmente se envolvam e sintam que suas opiniões sobre os cursos são importantes, essas são as três dicas que você deve seguir.

Desafios

Em um curso gamificado, assim como em um jogo, é preciso definir uma série de objetivos claros. “Jogos têm objetivos bem definidos, então os jogadores sabem exatamente o que devem fazer para passar para a fase seguinte”, explica Samoff. Então, o professor deve definir, dentro desses objetivos, uma série de desafios a superar. É isso que o aluno deverá enfrentar dentro do jogo para aprender novas habilidades e, consequentemente, alcançar esses objetivos.

Escolhas

Dentro desses desafios, deve haver algumas escolhas. Apresentar opções são um fator crucial para diferenciar um jogo do que seria um curso normal que você ministraria. A razão é que “nos jogos, você tem livre arbítrio: pode escolher o que fazer ou não”. Oferecer opções aos alunos talvez seja a parte mais difícil da integração com o programa curricular, mas, para Samoff, é um aspecto necessário para criar um curso realmente gamificado.

Consequências

Assim como na vida real, todas as escolhas têm consequências. Em um jogo, as consequências servem como feedback para o jogador. “Em um jogo, as consequências indicam se você está no caminho certo ou errado”, afirma Samoff. “Mas o melhor dos jogos é que os jogadores sempre conseguem aproveitar o feedback que recebem”. Por isso, é muito importante que os professores entendam como um jogo permite tentar várias vezes até atingir um objetivo. A gamificação do seu curso deve permitir que os alunos façam várias tentativas até conseguir aprender uma habilidade ou superar um determinado desafio. “Você deve permitir que [os alunos] voltem atrás para refazer tarefas e oferecer quantas tentativas forem necessárias para eles realmente dominem o assunto.”

Nesse artigo, falamos apenas superficialmente sobre o que significa gamificar os seus cursos. Se quiser saber mais sobre o assunto, assista a este ótimo webinar: Gamificação: é mais fácil do que parece!

Assista ao webinar  
Recursos adicionais:

Faça download do eBook gratuito: Criando conexões – 5 estratégias essenciais para estimular o envolvimento dos alunos

Gamificação torna o eLearning divertido para universitários (em inglês)

Gamificação e o envolvimento dos alunos (em inglês)

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