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Aprendizagem adaptativa: saiba por que essa iniciativa é o futuro da educação corporativa

  • 6 min para ler

Entenda o que é a aprendizagem adaptativa e por que essa iniciativa é uma tendência para o futuro da educação corporativa, assim como implementá-la.

O Adaptive Learning ou aprendizagem adaptativa é uma metodologia de ensino que tem ganhado espaço nos últimos anos, especialmente no período da pandemia, em que corporações e instituições passaram a buscar métodos educacionais mais dinâmicos.

Para se ter uma ideia, uma pesquisa divulgada recentemente pelo Consortium of School Networks (CoSN) nos revela que, em 2020, as ferramentas adaptativas ficaram entre as 5 principais tecnologias implementadas em organizações do mundo inteiro.

Esse crescimento na adoção das iniciativas adaptativas não é por acaso. Com as mudanças no comportamento dos funcionários e, principalmente, aceleração da transformação digital das empresas, o mercado demandou por um processo de ensino mais flexível e que suportasse treinamentos mais direcionados.

Diante disso, a estimativa é que metodologias como a aprendizagem adaptativa seja o futuro da educação corporativa.

Para te ajudar a entender o que é essa iniciativa, por que ela inova o processo de ensino dentro das empresas e como pode ser empregada, desenvolvemos um conteúdo completo. Saiba mais!

Leia também: Como montar um treinamento corporativo em tempos de home office? Veja 5 dicas!

Por que a aprendizagem adaptativa é uma tendência na educação corporativa?

De maneira geral, a aprendizagem adaptativa permite a criação de um ensino focado nas especificidades dos alunos.

Diferentemente da personalização, a educação adaptativa é “moldada” com o tempo, levando em consideração os conhecimentos que os colaboradores já possuem e as competências que precisam desenvolver, focando nos objetivos pessoais e profissionais.

Com isso, a aprendizagem adaptativa se torna uma tendência para o futuro da educação corporativa, possuindo algumas características como:

Incentiva a autonomia nos treinamentos

Sabemos que a maneira de treinamento corporativo tradicional já perdeu espaço. Conteúdos padronizados, conhecimento sendo repassado de modo vertical e técnicas expositivas já não funcionam mais como antes.

Os colaboradores estão mais independentes e isso vem refletindo também na maneira como aprendem.

Nesse sentido, a aprendizagem adaptativa incentiva a autonomia nos estudos e valoriza o protagonismo dos funcionários, os elencando como responsáveis pelo desenvolvimento de suas novas habilidades.

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Permite focar nas reais necessidades do colaborador

Outra característica dessa metodologia que a torna uma tendência é a capacidade de focar nas reais necessidades do colaborador.

Como citamos, as organizações estão em um processo latente de inovação. A transformação digital, atualmente, não é apenas um diferencial competitivo, mas também uma maneira de sobreviver a um mercado volátil e bastante mutável.

Isso significa que as empresas precisarão cada vez mais de processos de treinamentos direcionados e é exatamente essa a proposta do ensino adaptativo, que é focado nas reais necessidades do colaborador.

Essa metodologia considera as deficiências que o funcionário possui em termos de habilidades, o seu processo de aprendizagem individual e as suas facilidades. Ou seja, todo o conteúdo é criado com base nas características do colaborador, respeitando o seu ritmo e as suas preferências.

É importante aqui, mais uma vez, elencar que, apesar de ser um processo personalizado, a aprendizagem adaptativa é diferente da “personalização” em si, isso porque trata-se de “adaptação” a longo prazo.

Isso quer dizer que os gestores precisam coletar informações constantemente para promover um fluxo de ensino de acordo com as individualidades desses funcionários.

Por outro lado, a personalização exige um leque de conhecimento prévio a respeito do perfil dos alunos, o que sustenta a criação de um processo de ensino customizado desde o primeiro momento.

Garante um processo de ensino mais flexível e dinâmico

Segundo a Deloitte, os colaboradores possuem apenas 1% da semana para focar em treinamento e desenvolvimento. O que pode representar 24 minutos a cada sete dias ou em torno de 2 horas no mês.

Pode parecer um tempo considerável, porém, se ele não for bem empregado, dificilmente será eficiente para o desenvolvimento de novas habilidades.

Por meio da aprendizagem adaptativa, as empresas podem contar com um fluxo de ensino mais flexível e dinâmico, em que a absorção de conteúdos ocorre de maneira mais eficiente e ágil.

Desse modo, os colaboradores são impactados rapidamente e conseguem desenvolver novas competências em um tempo menor se comparado ao ensino tradicional.

Aumenta o engajamento e reduz custos

Por fim, esse processo garante aumento do engajamento dos colaboradores nos treinamentos e, consequentemente, garante maior motivação do time com o seu negócio.

Por outro lado, permite redução de custos, benefício atingido tanto pela melhor utilização dos recursos internos, quanto pela retenção de talentos e diminuição de gastos com encargos trabalhistas.

Leia mais sobre o assunto: Aprendizagem adaptativa: conheça os benefícios para funcionários e gestores

Como esse processo é empregado dentro das empresas?

Para implementar a educação adaptativa dentro das empresas é preciso, prioritariamente, contar com a tecnologia.

Essa metodologia necessita de um acompanhamento constante do colaborador e de otimizações frequentes no processo de ensino, com o objetivo de torná-lo mais adequado àquele perfil de funcionário.

Com o auxílio da inovação, é fundamental realizar um planejamento a respeito dos conteúdos que serão ensinados e habilidades que se deseja aprender, sempre adequando ao desenvolvimento individual do time.

Outro ponto importante desse plano de treinamento é a elaboração de diferentes formatos de conteúdos. Lembra-se que falamos que a aprendizagem adaptativa se adequa às facilidades dos alunos? Isso também está relacionado a como esses materiais são dispostos.

Veja também: Futuro do trabalho: Qual é a importância do desenvolvimento de pessoas nas empresas?

Ou seja, existe colaborador que aprende melhor por meio de conteúdos em vídeos, outros preferem áudios e há aqueles que curtem mais E-books ou outros tipos de materiais em textos.

Por isso, é importante diversificar os conteúdos do treinamento, de modo a oferecer aos colaboradores opções que correspondam às suas preferências.

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